Criada a 23 de Janeiro de 1621, pelo Arcebispo D. Afonso Furtado de Mendonça, a Paróquia de Nossa Senhora de Monserrate tinha como Igreja Paroquial o templo construído onde se situa hoje o Largo 9 de Abril.

A 20 de Abril de 1836 a paróquia foi transferida para a Igreja do extinto convento de S. Domingos (Santa Cruz), onde se mantem até à presente data.

Fazem parte da paróquia diversos movimentos e serviços que têm contribuído para a sua revitalização, procurando Edificar em Cristo, sempre na consciência de que o caminho é envolver, acolher, sair, indo ao encontro de muitos e fazer-lhes sentir que esta é a sua paróquia e a sua família cristã. A comemoração do 500.º Aniversário do Nascimento do Beato Bartolomeu dos Mártires será ocasião para este ser o ano da vivência e do crescimento no orgulho de sermos Paróquia de Nossa Senhora de Monserrate.

Pároco: Padre Vasco António da Cruz Gonçalves

Vasco António da Cruz Gonçalves nasceu em Longos Vales, Monção, no dia 17 de Maio de 1973. Foi ordenado sacerdote no dia 25 de Julho de 1999, na Sé de Viana do Castelo.

• Seminário de S. Teotónio, Monção (1985-1990);
• Seminário de Nossa Senhora da Conceição, Braga (1990-1992);
• Seminário S. Pedro e S. Paulo – Seminário Conciliar, Rua de Sta Margarida (1992-1996);
• Seminário S. Pedro e S. Paulo – Seminário Conciliar, S. Tiago (1996-1998);
• Seminário Diocesano de Viana do Castelo (1998-1999);
• Licenciatura em Teologia pela Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa – Braga (1992-1998);
• Curso de Pastoral Especial, pelo Instituto Católico de Viana do Castelo (1998-1999);
• Pós-Graduação e Mestrado em Literatura Portuguesa – Moderna e Contemporânea: “O Sagrado na Literatura Portuguesa – Moderna e Contemporânea”, pela Faculdade de Filosofia da Universidade Católica Portuguesa – Braga. O tema da dissertação: “Do Cântico dos Cânticos ao Cântico de Herberto Helder – o amor como movimento sagrado” (2002-2005);
• Mestrado em Teologia Pastoral, com especialização em Teologia da Evangelização, pelo Instituto Pastoral «Redemptor hominis» da Pontifícia Universidade Lateranense, Roma (2005-2007);
• Doutoramento em Teologia Pstoral, especialização Teologia da Evangelização, pelo Instituto Pastoral «Redemptor hominis» da Pontifícia Universidade Lateranense, Roma. Tema da tese: «A Catequese de Adultos em Portugal. Da mudança conciliar e dos documentos da CEP a um novo modelo» (2007-2010).
Pároco nas seguintes paróquias:

• S. Mamede de Parada do Monte, Melgaço (1999/2005);
• Santa Maria de Cubalhão, Melgaço (1999/2005);
• S. Tomé de Cousso, Melgaço (1999/2005);
• S. João Baptista de Lamas de Mouro – Melgaço (2001/2003);
• Santa Maria de Gave, Melgaço (2003/2005);
• S. Pedro de Barroselas, Viana do Castelo (2007/2009);
• Nossa Senhora de Monserrate (2013 - ).
• Membro do Conselho Presbiteral (2001 -);
• Membro do Sínodo Diocesano (2005);
• Vigário Episcopal para a Evangelização, Doutrina da Fé e Catequese (2008 - );
• Membro do Colégio de Consultores (2008 -);
• Chefe de Gabinete Episcopal (2010 - );
• Professor da Escola de Teologia e Ciências Humanas do Instituto Católico de Viana do Castelo (2007 - ).
• Professor "colaborador" da Faculdade de Teologia - Braga - UCP (Universidade Católica Portuguesa).

Livros:

* Luz Nascente (1997).
* Do fingimento que somos. Antologia de poesia jovem. Autores de Braga (1999).
* Catequese de Adultos. Para repensar a pastoral da Igreja em Portugal. Universidade Católica Editora (2011).
* A Catequese Familiar. Reflexões e propostas de trabalho. Fundação do Secretariado Nacional da Educação Cristã (2011)

Artigos:

* «A Catequese Familiar: expressão da conversão missionária da pastoral», in Lumen 3 (2011), pp. 32-39.
* «A Catequese de Adultos nas suas múltiplas relações com a catequese da infância e adolescência», in Pastoral Catequética 21/22 (2011/2012), pp. 147-167.
* «A Catequese Familiar. Reflexões e Propostas de trabalho», in Mensagem 412 (2011), p. 3.
* «A família cristã, lugar da transmissão da fé», in Mensagem 412 (2011), pp. 5-8.
* «Uma catequese de adultos enquanto pais», in Mensagem 412 (2011),pp. 9-11.
* «A Catequese Familiar, uma nova forma de iniciação cristã», in Mensagem 412 (2011), pp. 12-16.
* «Catequese Familiar para mudarmos o rosto da Catequese», in Mensagem 412 (2011), pp. 17-22.

Conselho Paroquial para os Assuntos Económicos

Presidente:

Padre Vasco António da Cruz Gonçalves

Conselheiros:

Ana Leonor Santiago Gordinho

António Luís Maciel Pires

Joaquim António Gonçalves Castro

José Pereira Gonçalves Vieira

Helena Maria de Oliveira Veiga Anjos

Mário Alves de Miranda Lima
Em cada diocese e em cada paróquia deve constituir-se
um Conselho para os assuntos económicos, que assessore, respectivamente, o Bispo e o pároco na administração dos bens temporais diocesanos e paroquiais.
O facto de serem de instituição canonicamente obrigatória e de deverem ser constituídos por “fiéis, nomeados pelo bispo, que sejam verdadeiramente peritos em assuntos económicos e em direito civil, e notáveis pela sua integridade”, mostra a importância destes conselhos, relativamente ao lugar e função dos bens temporais na comunhão da Igreja.
Nesse sentido, espera-se da parte dos membros destes
Conselhos um grande sentido de corresponsabilidade eclesial.
E eles próprios, através deste serviço que prestam à igreja,
podem dar um contributo decisivo para despertar nos restantes fiéis, que de certo modo representam, o mesmo sentido de corresponsabilidade.
Devem, para tanto, esforçar-se por realizar uma administração rigorosa e transparente e dar sinais disso, designadamente através da elaboração de orçamentos e da apresentação de contas, pelo menos anuais. Deste modo, conquistarão mais facilmente a confiança dos fiéis, motivando-os para uma maior participação na vida da Igreja, neste caso através da oferta e partilha de seus bens.
Princípios e normas gerais

Artigo 34.º - A Paróquia e a Fábrica da Igreja Paroquial nos direitos canónico e civil

Tendo em vista a eficácia da acção pastoral, as dioceses, de acordo com a lei canónica, são divididas em circunscrições jurisdicionais, a que o direito denomina por paróquias (CDC cc. 374 e 515 §1). Por ser assim uma instituição importante na vida da Igreja, a paróquia, quando legitimamente erecta, goza pelo próprio direito de personalidade jurídica pública (CDC cc. 515 §3 e 116).
§ 1 - Para que tal personalidade jurídica canónica seja reconhecida pelo Estado Português e a paróquia seja declarada ‘pessoa colectiva religiosa’, com um número de identificação fiscal (NIF), é necessário que, de acordo com o actual direito concordatário, a sua erecção canónica, acompanhada de um estatuto, seja participada e inscrita no Governo Civil do distrito a que pertence.
§ 2 - Como pessoa canónico-jurídica pública, a paróquia tem capacidade para adquirir, conservar, administrar e alienar bens temporais, segundo as normas do direito (CDC c.1255).
§ 3 - A Fábrica da Igreja Paroquial, reconhecida pelo Estado Português como pessoa colectiva religiosa, configura juridicamente, perante o direito civil, a paróquia e, em consequência, é detentora dos direitos e obrigações que o Código de Direito Canónico atribui às paróquias, pelo que deve ser mantida tal designação, enquanto não for determinada outra coisa.
§ 4 - Em cada paróquia há uma só Fábrica da Igreja. Se, além da igreja paroquial, existirem outras igrejas ou capelas sem administração própria, autorizada ou reconhecida pelo Bispo diocesano, que não sejam propriedade de particulares, compete à Fábrica da Igreja Paroquial administrar os bens que lhes estão afectos.

Artigo 35.º - Desempenho administrativo da Fábrica da Igreja Paroquial

A Fábrica da Igreja Paroquial tem por finalidade adquirir os bens eclesiásticos necessários à paróquia e proporcionar ao pároco todos os meios indispensáveis para ele, como pastor próprio e segundo as normas do direito, exercer o seu ofício pastoral em favor da comunidade paroquial.

Neste sentido, compete à Fábrica da Igreja Paroquial:

a) - Assumir a administração, construção e conservação da igreja paroquial;

b) - Adquirir as receitas e satisfazer as despesas para a edificação e conservação dos imóveis necessários para a vida pastoral, nomeadamente a igreja paroquial, residência paroquial, centro paroquial e outros lugares de formação religiosa e de culto a implementar nos lugares da paróquia, onde as exigências pastorais o requeiram;

c) - Constituir e sustentar um Fundo Económico Paroquial destinado a subvencionar as despesas com as obras apostólicas, com o culto divino, com a sustentação do pároco e de outros ministros (se os houver) e com os salários devidos aos funcionários dedicados ao serviço da paróquia;

d) - Assegurar os meios necessários à assistência caritativa de responsabilidade paroquial e velar pela administração das instituições de solidariedade social de âmbito paroquial;

e) - Adquirir, conservar, administrar e alienar, de harmonia com o direito, os bens patrimoniais, móveis e imóveis, da paróquia, salvaguardados os direitos de outras entidades canónicas que, por concessão da legítima autoridade, gozem de personalidade jurídica e, em consequência, possuam bens e administração próprios.
Capítulo I

Natureza e finalidades

Artigo 60.º - O Pároco, representante jurídico da paróquia

Sendo a paróquia uma comunidade certa de fiéis, confiada, por meio de provisão, pelo Bispo diocesano ao pároco, como pastor próprio, este, por inerência de ofício, é o responsável jurídico por tudo quanto à paróquia diz respeito, incluindo os bens e sua administração (CDC cc. 515 §1, 532 e 1279).

Artigo 61.º - Direito e dever de consultoria

Na sua função de administrador, o pároco deve rodear-se de colaboradores peritos e experimentados em matéria de gestão de bens temporais, que deve ouvir, constituindo com ele, e sob a sua presidência, o Conselho Paroquial para os Assuntos Económicos, de acordo com o direito universal, as normas dadas pelo Bispo diocesano e este Estatuto. Os conselheiros, por sua vez, devem auxiliar o pároco na administração dos bens da paróquia, sem prejuízo do prescrito no cânone 532 (CDC cc. 537 e 1280).

Capítulo II

Constituição, nomeação e tomada de posse

Artigo 62.º - Constituição

Para a constituição do Conselho Paroquial para os Assuntos Económicos, devem ser escolhidos fiéis leigos, homens ou mulheres, de maior idade, com vida familiar regularizada, dotados de sentido eclesial e pastoral e reconhecidos, na paróquia, pela sua seriedade e competência administrativa.

§ 1 - Os conselheiros não devem ocupar lugares políticos de carácter partidário. Se, entretanto, para eles forem eleitos, devem suspender as suas funções neste Conselho, enquanto os ocuparem, salvo se, aceite a justificação apresentada, por escrito, foi autorizada pelo Ordinário diocesano a sua permanência.

§ 2 - Com o fim de evitar suspeições de falta de isenção, não se escolham para este Conselho consanguíneos ou afins do pároco, até ao quarto grau.

Artigo 63.º - Nomeação

Os elementos propostos para formarem o referido Conselho Paroquial, por princípio em número de três a sete, serão apresentados pelo pároco ao Ordinário diocesano, que, se achar por bem, os nomeará por um período de três anos, podendo ser reconduzidos por mais um ou, no máximo, mais dois triénios, só podendo exceder este prazo quando se verificarem razões muito fortes para a sua permanência neste serviço e houver acordo do Ordinário diocesano, dado por escrito.

§ Único - A renovação do Conselho Paroquial para os Assuntos Económicos, excepto em caso de morte, demissão ou exoneração de algum membro, deve ser requerida à Cúria diocesana, no último trimestre do último ano do mandato. O novo mandato começará com o novo ano civil.

Artigo 64.º - Remoções

Por razões graves, devidamente fundamentadas, o Ordinário diocesano pode remover todos ou alguns membros do Conselho, depois de ouvir o pároco e respectivos membros (CDC c. 193 §2).

Artigo 65.º - Vacância da paróquia

Durante a vagatura da paróquia, por transferência ou morte do pároco ou por outra causa, o Conselho continuará em funções, agora sob a presidência do vigário paroquial ou administrador paroquial, devendo evitar, durante esse tempo, gastos supérfluos e inovações.

§ Único - As funções do Conselho cessam com a tomada de posse do novo pároco que, se achar por bem, o pode reconduzir.

Artigo 66.º - Tomada de posse

Após a nomeação feita pelo Ordinário diocesano, o Conselho deve tomar posse, fazendo juramento de fidelidade à Igreja e à missão que lhe é confiada, na presença do pároco e da comunidade paroquial. Por conveniência pastoral, em conjunto com outros Conselhos da mesma natureza e da mesma zona, a tomada de posse e juramento pode acontecer diante do bispo ou seus vigários. Em reunião imediata, o pároco dar-lhe-á a conhecer o inventário dos bens da paróquia e da sua situação patrimonial. Do acontecido, deve ser lavrada acta, em livro próprio.

Conselho Pastoral Paroquial

Presidente:

Padre Vasco António da Cruz Gonçalves

Representantes dos Movimentos/Grupos Paroquiais:

Irmã Rosa (São João Bosco/Catequese)

Irmã Aldina (Catequese)

Chefe Andrea (Escuteiros)

Chefe Cordeiro (Escuteiros)

Manuela Viana (Conferência Vicentina)

Belmiro Rodrigues (Caminho Neocatecumenal)

Carlos Lopes (Sacristia/colaboração Grupo Coral)

Fernanda Valadares (Acolhimento Paroquial)

Ricardo Oliveira (Acolhimento Paroquial/Grupo Coral)

Helena Anjos (Grupo Solidário)

António Pires (Conselho para os Assuntos Económicos/Confraria Senhora d’Agonia)

José Vieira (Apostolado do Mar)

Maria José (Apostolado do Mar)

Joaquim Castro (Pedra Angular)

Pedro Castro (Site Paroquial)

Alice Oliveira (Página do Facebook)

Ricardo Fernandes (Colégio do Minho)

Pe. Tiago Barbosa (Espiritanos)

Francisca Amaral (Guias de Portugal)

Teresa Queijo (Oficinas de Oração)

Lola Cruz (Núcleo da Pastoral da Saúde)

Diogo Fernandes (Grupo de Jovens)

Manuel Fiúza (Movimento dos Cursilhistas)
1 - Unir e Despertar para a Missão

A primeira função do Conselho Pastoral Paroquial, a sua missão primordial, é ser instrumento e auxílio do pároco (delegado pelo bispo) para melhor anunciar a Boa Nova e dar a conhecer Jesus Cristo a todos.

2 - Sincronizar e Sintonizar

A segunda função é superar as falhas de comunicação e gerar a confiança na comunidade. É lugar para unir esforços e integrar a diversidade da comunidade, para sintonizar visões, vontades, anseios, acções, memórias. Mas sintonização não é uniformização de vivências de cada um. Nem maior comunicação implica mais discussões e conflitos. Pelo contrário, o Conselho Pastoral Paroquial é o espaço ideal para a partilha de experiências e conhecimentos e, sobretudo, para a escuta do outro, para estimular a vida em comunidade e a comunicação. Assim se gera a comunhão e a confiança.

3- Ver os Sinais

A terceira função é na ajuda ao pároco na análise da realidade em que a paróquia está inserida, assinalando em todos as áreas pastorais - da catequese à liturgia, da acção social ao agrupamento de escuteiros, etc. - quais as necessidades pastorais que requerem mais atenção.

4 - Coordenar e Planear

A quarta função é a existência de um plano e de objectivos concretos é essencial numa comunidade paroquial. Cabe ao Conselho Pastoral criar esse plano e objectivos, relacionando-os com a sua realidade, com as necessidades, com os tempos próprios de cada local e tendo em conta os meios materiais e humanos que existem.

5 - Alegre Compromisso

A quinta função orienta os membros do Conselho Pastoral para o compromisso com fidelidade, com alegria e com motivação de servir a Glória de Deus é Quem faz crescer a semente.

6 - Anunciar e Viver a Comunhão

A sexta função é uma missão de todo o cristão, mas para os representantes do Conselho Pastoral, como "motores" da paróquia, é mais preponderante ainda.

7 - Avaliar

Em média, o Conselho Pastoral Paroquial reúne três vezes por ano pastoral (normalmente de Setembro a Julho). Se na primeira reunião do ano é preponderante sintonizar, preparar, planear e coordenar, como foi referido anteriormente, nas reuniões seguintes é necessário rever as acções pastorais realizadas para avaliar e tomar nota daquilo que deve ser melhorado, corrigido, mantido ou eliminado. Certamente que o bom senso tem de imperar e as críticas funcionam melhor se forem construtivas e fundamentadas. Não se deverá esquecer, no entanto, que cada um dos representantes no Conselho Pastoral não poderá ter a pretensão de substituir aqueles que representa.

Outros serviços

(Secretaria/Cartório)

Fernanda Valadares
Ricardo Oliveira

(Segunda a Sexta, entre as 15H e as 17H30)
Carlos Lopes

O Sacristão é o responsável pela preparação das celebrações litúrgicas e por zelar pelos espaços da igreja, para o seu melhor funcionamento.
Zeladores da Igreja (Limpeza)

Responsável: Ana Gordinho

Pessoas envolvidas:
Dora Marques
Felicidade Pereira
Eva de Castro
Delfina Simões
Ermelinda Guia
Celeste de Castro
Conceição Pires
Lurdes Cadilha
Amélia Maranhão
Quitéria Mesquita
Laura Chavarria
Ilda Guia
Miguel Lima

Apresentação:

Este grupo de pessoas partem todos de um fim comum que é ele o gosto pela Igreja que pertence a todos nós. Portanto, sentem a alegria de que esteja tudo bem apresentado à vista dos paroquianos e dos visitantes que por cá passam. Existe brio, em limpar e pôr tudo bonito na nossa Igreja.

Dinâmicas ao longo do ano:

Lava-se uma vez por ano a "fundo" a Igreja, se por algum motivo fizer falta lava-se as vezes que for necessário.
Sempre que houver necessidade de limpeza, ou seja, lavar ou aspirar, limpar bancos entre outras coisas, este grupo de zeladores fazem esse trabalho.


Zeladores da Capela de Santa Catarina

Laura Simões
Raquel Araújo
Delfina Simões

Dinâmicas ao longo do ano:

Zelam pelos espaços de toda a capela, desde comprar velas, limpeza e pôr flores na capela durante todo o ano. Estão sempre disponíveis para qualquer outra coisa que lhes peçam em prol de Santa Catarina.